
Num post anterior falei sobre os fumadores do SG Crava e hoje chega o momento de adereçar outro problema relacionado com o consumo desta droga que é o tabaco.
Na nossa sociedade, e entre colegas toxico-dependentes há sempre a possibilidade de contactar o outro sexo através da pergunta relativamente ao isqueiro. Isto é a única coisa positiva que vejo com este instrumento. De resto só serve para ser perdido, posto no bolso por distracção , posto no bolso por cleptomaníacos ou posto no bolso por alguém que imediatamente reclama o direito de propriedade.
Tendo aprendido estas coisas por experiências várias comprei isqueiros com as cores mais tonis possíveis imagináveis para que quando chegasse à altura de o tirarem do bolso e olharem para ele, sem hesitarem me devolvessem o MEU isqueiro. E mesmo quando alguém tentava, metendo a mão no bolso e dizendo ao mesmo tempo: “Não, este bic...”, depois olhavam para o isqueiro, “cor de rosa com bolinhas amarelas???, ahmm é meu...” era possível reave-lo.
Até aqui a teoria funcionou, mas quando confrontado com raparigas, o problema ainda é pior, porque se há alguma verdade neste mundo é que elas escolhem os isqueiros mais irreais que existem e são bem capazes de reclamar propriedade sobre o maior atentado à moda isqueirina que acabaram de meter no bolso.
E assim fico eu reduzido a uma caixa de fósforos que ninguém reclama como seu por ser o terror!
Por amor ao vício, se pedem lume não fiquem com o isqueiro também!
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